Transmídia, ‘Avatar’ é marco zero do novo 3D

17 01 2010

Trailer ampliado do filme, que teve uma prévia mostrada na Comic Con, terá exibição gratuita nos cinemas de todo o mundo no dia 21 de agosto

Se os filmes 3D voltaram com tudo neste ano é graças, em grande parte, a James Cameron. O diretor canadense, de filmes como Titanic (maior sucesso da história do cinema) e O Exterminador do Futuro, passou boa parte da última década trabalhando no desenvolvimento e na divulgação desta tecnologia.

E não foram poucos os arregimentados por Cameron, como prova a grande quantidade de filmes previstos no formato. Não por acaso, durante a Comic Con, maior convenção de cultura pop do mundo, quase só deu filmes em 3D, com Avatar, de Cameron, como atração principal.

Apesar dos filmes já lançados em 3D neste ano, é sobre os ombros de Cameron que repousam as maiores expectativas. Cercada de mistério, a primeira – e festejada – exibição pública de cenas do longa aconteceu durante a convenção. O épico romântico futurista e interplanetário Avatar, em que Cameron vem trabalhando há mais de quatro anos, promete ser um divisor de águas não só para o 3D, mas para o próprio cinema.

“O resultado é uma experiência totalmente imersiva que não será exatamente como ver um filme, mas participar de uma jornada, sonhar com os olhos abertos”, garantiu Cameron em um discurso durante a E3, maior feira de games do mundo, em junho.

Leia mais aqui ou aqui.

Matéria de 3 de agosto de 2009 por @brunogalo.

Anúncios




A primeira década da era digital

15 01 2010

‘Matrix’ e outros marcos de 1999, que apenas hoje podem ser plenamente compreendidos

Há exatos dez anos fomos desafiados com o seguinte dilema: continuar vivendo do mesmo jeito ou enxergar as coisas que começavam a emergir? Lançado em 31 de março de 1999, o filme Matrix não apenas mostrou a saga de autoconhecimento de um hacker em uma nova realidade como abriu os olhos de milhões de pessoas para a cibercultura – que até então despontava em nichos e hoje é onipresente.

Os carros não voam, os robôs ainda não pensam como nós e o espaço segue inabitado por humanos, mas o “futuro” já chegou e o ritmo das transformações é intenso o suficiente para que não nos surpreendamos com o teor de ficção científica em nosso dia a dia. Em 1999 a rede vivia um período de efervescência pré-bolha e além de Matrix uma série de marcos (veja nesta página e na L5) impulsionou a ainda embrionária cultura digital, revelando o poder da organização em rede e dando início a mudanças que só podem ser plenamente compreendidas hoje.

A eleição de Barack Obama, a produção de conteúdo colaborativo, a febre das redes sociais, equipamentos portáteis cada vez mais poderosos, a troca de arquivos P2P, filmes e programas de TV que se desdobram online como Lost, a revolução da computação em nuvem, a ascensão da internet móvel e a distribuição digital são eventos recentes que, de uma forma ou de outra, têm em sua gênese aquele ano no final do século passado.

Leia mais aqui ou aqui.

Matéria de 30 de março de 2009 a quatro mãos: @brunogalo e @jurocha