Acredite, sua câmera é capaz de boas fotos

18 01 2010

Digital mudou (quase) tudo na fotografia a ponto de criar uma ‘cultura da câmera’; Link traz dicas para você acertar no clique

As câmeras fotográficas digitais – tradicionais ou em celulares – estão em toda parte: nas ruas, no ônibus, no metrô, no avião, no restaurante, na balada, no colégio ou na faculdade e até em ambientes de trabalho. Não há dúvida, nunca se fotografou tanto como hoje. Assim como, jamais se mostrou tanto o que se clica. Por fim, em tempo algum, o fotógrafo foi tão protagonista de suas próprias imagens. Esses dois últimos exemplos, por sinal, são uma clara cortesia da internet e suas múltiplas redes de relacionamento.

Alguns pesquisadores, como o indiano Ramesh Raskar do MediaLab, laboratório de mídia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), nos EUA, um dos principais centros da vanguarda mundial de pesquisa em novas tecnologias, têm se dedicado ao estudo do tema. Para Raskar, o que estamos testemunhando é o surgimento de uma “cultura da câmera” (camera culture, em inglês).

Raskar defende que não se trata apenas de uma mera expansão quantitativa das imagens. O fato novo é o relacionamento entre as pessoas, mediado pela internet e baseado cada vez mais no registro e no desejo de se consumir imagens. O digital mudou tudo – ou quase – na fotografia. “Ela extrapolou suas fronteiras com o digital. E o mercado expandiu de tal forma que hoje todo mundo tem interesse nesse assunto”, observa Duda Escobar, show manager da PhotoImage Brazil, maior evento do setor da América Latina, que começa amanhã em São Paulo.

É preciso experimentar
De um jeito ou de outro, a boa notícia é que não importa qual a câmera que você tem ou pretende comprar. Ela é capaz de tirar boas fotos.

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Matéria de 10 de agosto de 2009 a quatro mãos: @brunogalo@joauricchio





James Cameron quer superar George Lucas

17 01 2010

Diretor de ‘Avatar’ pode reinventar o cinema, da técnica à narrativa, e matar sua obsessão por ‘Guerra nas Estrelas’

Quando assistiu a Guerra nas Estrelas, de George Lucas, em 1977, James Cameron ficou extasiado. Ainda assim, saiu da sessão certo de que faria melhor. Cameron era só um motorista de caminhão, apaixonado por ficção científica e cinema – principalmente o lado técnico da coisa. Determinado, fez um curta de 12 minutos chamado Xenogenesis. O filminho deveria servir como cartão de visita para que algum estúdio se animasse a bancar uma versão mais elaborada da batalha entre um robô alienígena e uma mulher com um exoesqueleto.

As coisas não saíram como esperado. Trinta e dois anos e muitos filmes depois (entre eles, Titanic, que segue como maior bilheteria da história), Cameron tenta com Avatar enfim desbancar Guerra nas Estrelas. Toda a tecnologia desenvolvida por ele, somada ao novo 3D digital, querem no fundo só fascinar e surpreender a plateia. O que, no fim das contas, é parte da própria essência do cinema, desde a sua criação, há mais de um século.

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Matéria de 20 de dezembro de 2009 por @brunogalo.





Transmídia, ‘Avatar’ é marco zero do novo 3D

17 01 2010

Trailer ampliado do filme, que teve uma prévia mostrada na Comic Con, terá exibição gratuita nos cinemas de todo o mundo no dia 21 de agosto

Se os filmes 3D voltaram com tudo neste ano é graças, em grande parte, a James Cameron. O diretor canadense, de filmes como Titanic (maior sucesso da história do cinema) e O Exterminador do Futuro, passou boa parte da última década trabalhando no desenvolvimento e na divulgação desta tecnologia.

E não foram poucos os arregimentados por Cameron, como prova a grande quantidade de filmes previstos no formato. Não por acaso, durante a Comic Con, maior convenção de cultura pop do mundo, quase só deu filmes em 3D, com Avatar, de Cameron, como atração principal.

Apesar dos filmes já lançados em 3D neste ano, é sobre os ombros de Cameron que repousam as maiores expectativas. Cercada de mistério, a primeira – e festejada – exibição pública de cenas do longa aconteceu durante a convenção. O épico romântico futurista e interplanetário Avatar, em que Cameron vem trabalhando há mais de quatro anos, promete ser um divisor de águas não só para o 3D, mas para o próprio cinema.

“O resultado é uma experiência totalmente imersiva que não será exatamente como ver um filme, mas participar de uma jornada, sonhar com os olhos abertos”, garantiu Cameron em um discurso durante a E3, maior feira de games do mundo, em junho.

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Matéria de 3 de agosto de 2009 por @brunogalo.





‘Avatar’ aos poucos ganha forma e impressiona muito

17 01 2010

Link assiste a 15 minutos do misterioso filme em 3D de James Cameron

O hype em torno da superprodução 3D
Avatar (primeiro filme de James Cameron desde “Titanic”, de 1997) é, acredite, o maior já despertado por um longa de Hollywood – e a coisa só tende a aumentar até sua estreia em 18 de dezembro. Mas o filme, cercado de mistério, começou a se materializar na sexta-feira passada, 21, quando milhares de pessoas em 58 países, lotaram 444 salas, inclusive no Brasil, para assistir a cerca de 15 minutos de cenas finalizadas do filme 3D.

O suspense precedia qualquer divulgação sobre o filme: nenhuma imagem oficial ou trailer havia chegado ao público até o início da semana passada. Tudo começou no final do mês passado, quando durante a Comic-Con, maior convenção de cultura pop do mundo, Cameron fez a primeira – e festejada – exibição pública de cenas do longa. Nesta data, ele anunciou ainda que no dia 21 de agosto (sexta passada), milhares de pessoas ao redor do mundo poderiam assistir gratuitamente a cerca de 15 minutos de cenas finalizadas do filme, em cinemas Imax e 3D selecionados.

Na segunda-feira (17), o site oficial do filme (http://www.avatarmovie.com) saiu do ar devido à grande procura por ingressos para as tais sessões especiais. Já na quinta-feira (20), dia em que o primeiro trailer do filme chegou a rede, quem não aguentou foi o site da Apple, que fez até uma contagem regressiva para a disponibilização do vídeo (veja em bit.ly/3ZhANv).

Trailer assistido, foi a vez de invadir redes sociais, como o Twitter, onde o filme chegou ao segundo lugar no trending topics – e isso, só com um trailer -, e o Facebook, onde as pessoas compartilhavam suas primeiras impressões sobre o que viram.

O mais impressionante nesta história toda, entretanto, é que o filme não é baseado em nada, trata-se de uma história original criada pelo próprio Cameron. Assim, não possui um público fiel ao material original, como Senhor dos Anéis ou Harry Potter, o que garantiria o burburinho em torno do filme. A grande atração do projeto está na tecnologia desenvolvida por Cameron para o filme.

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Matéria de 24 de agosto de 2009 por @brunogalo.